quinta-feira, novembro 17, 2011

Umbanda 103 Anos




Umbanda 103 anos. Saravá Umbanda. Luz divina que ilumina o Mundo.

video


Fonte: Rede Brasileira de Umbanda



Apresentação do grupo Atabaques Nosso Ritmo



Apresentação do grupo Atabaques Nosso Ritmo em homenagem aos 103 anos da Umbanda.




Fonte e agradecimentos: http://www.rbu.com.br


Visão Nova



VISÃO NOVA

Inácio Bittencourt

Você pergunta quais as primeiras sensações do "eu", além da morte, e eu devo dizer, antes de tudo, que é muito difícil entender, na carne, o que se passa na vida espiritual.

As ilusões da vida comum são demasiado espessas para que o raio da verdade consiga varar, de pronto, a grossa camada de véus que envolvem a mente humana.

Há vastíssima classe de pessoas que se agarram às situações interrompidas pelo túmulo com o desespero somente comparável às crises da demência total.

Para nós, entretanto, que possuímos algum discernimento, por força da autocrítica, que não somos nem santos nem criminosos, as impressões iniciais de além-túmulo são de quase aniquilamento.

Só então percebemos a nossa condição de átomos conscientes. A nossa frente, os valores diferem numa sucessão de mudanças imprevisíveis. Há transformações fundamentais em tudo o que nos cerca.

O que nos agradava é, comumente, razão para dissabores, e o que desprezávamos passa a revestir-se de importância máxima.

A intimidade com os outros mundos, tão celebrada por nós, os espiritistas, continua a ser, como sempre, um grande e abençoado sonho...

De quando em quando, o obreiro prestimoso, na posição do aprendiz necessitado de estímulo, é agraciado com uma ou outra excursão de mais largo vôo, mas sempre condicionado a horário curto e a possibilidades restritas de permanência fora de seu habitat, o que também ocorre aos investigadores da estratosfera que vocês conhecem aí:

viagens apressadas e rápidas, com limitação de ausência e reduzidos recursos de sustentação.

Incontestavelmente, grandes vultos da Humanidade gloriosamente vivem em outros climas celestes; mas, falando da esfera em que nos encontramos, compete-me afirmar que é ainda muito remota para nós qualquer transferência definitiva para outros lares suspensos da nossa comunidade planetária.

Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, importantes companheiros da Terra, no sistema presidido pelo nosso Sol, acham-se a milhões e milhões de quilômetros. A própria Lua, considerada dependência terrestre, rola a centenas de milhares de quilômetros.

E as constelações mais próximas?

Você já imaginou o que seja o Espaço, esse domínio imenso, povoado de forças espirituais que ainda não conseguimos compreender em seus simples rudimentos?

Já calculou o que seja esse plano infinito, onde a luz viaja com a velocidade de trezentos mil quilômetros por segundo?

Francamente, hoje creio que um homem, dentro do nosso reino solar, é, comparativamente, muito menor que uma formiga no corpo ciclópico da montanha onde se oculta.

Sentindo-nos, assim, quase na condição de ameba pensante, somos, depois do transe carnal, naturalmente constrangidos a singulares metamorfoses do senso íntimo.

Sempre nos supomos. figuras centrais no mundo e acreditamos ingenuamente que o nosso desaparecimento perturbará o curso dos seres e das coisas; contudo, no dia imediato ao de nossa partida, quando é possível observar, reparamos que os corações mais afins com o nosso providenciam medidas rápidas para a solução de quaisquer problemas nascidos de nossa ausência.

Se deixamos débitos sob resgate, pensamentos pungentes daí se desfecham sobre nós, cercando-nos de aflições purgatoriais; e se algum bem material legamos aos descendentes, é preciso invocar a serenidade para contemplarmos sem angústia os tristes aspectos mentais que se desenham ao redor do espólio.

A vida, porém, prossegue imperturbável, e nós precisamos acompanhar-lhe o ritmo na ação renovadora e constante.

Somos, assim, atribulados por enormes problemas.

Não será mais possível prosseguir com as ilusões a que nos agarrávamos entre os conceitos provisórios e os títulos convencionais, e nem podemos, de imediato, penetrar nos serviços da Espiritualidade Superior, por nos faltarem credenciais de luz íntima, com o amor e a sabedoria por bases.

Resta-nos, pois, diante das transformações inelutáveis da morte recomeçar humildemente aqui o velho curso de aperfeiçoamento moral, reaprendendo antigas lições de simplicidade e de serviço; e, quando nos comunicamos entre os homens de boa-vontade, é natural não sejamos os espíritos iludidos de ontem, mas os discípulos da verdade, no presente imperecível, edificados na integração mais perfeita com os princípios de Jesus, nosso Mestre e Senhor, não obstante a nossa demora multissecular em pleno jardim da infância.



Penas depois da Morte



Penas depois da Morte


Livro: Conversa Firme - 3
Cornélio Pires & Francisco Cândido Xavier


    Assunto difícil este,
    Meu caro Gino Salerno,
    Comentarmos de outra vida
    O que existe no inferno.

    Em tempos que já se foram,
    Eu também pensava assim:
    O inferno, depois da morte,
    Seria fogo sem fim.

    Mais tarde, a luta foi crescendo,
    Olvidei o mundo antigo
    Mas nunca larguei de todo
    De certo modo o castigo

    Acreditava que a morte
    Depois de nossos fiascos,
    Colocasse à nossa frente,
    Algemas, troncos, carrascos...

    Sofrimentos em verdade,
    Não faltam no Mais Além:
    Impedimentos, prisões
    E adversários do bem.

    Espíritos infelizes
    Inventam charcos e dores
    Criando painel imenso
    De “trevas exteriores”

    No entanto, por mais abismos
    A que a pessoa se lança,
    A lei de Deus determina
    Que a ninguém falte esperança.

    Tal qual sabemos na Terra,
    Para além da sepultura,
    O que se tem no caminho
    É aquilo que se procura.

    A culpa é desequilíbrio
    Sob impulsos insensatos,
    E a mente resguarda ao vivo,
    A conta de nossos atos.

    O inferno, por isto mesmo,
    Seja ele o mais atroz,
    É o conflito dos conflitos
    Que surgem dentro de nós.

    Cada qual transporta em si
    - Do mais crente ao mais ateu,-
    O resultado infalível
    De tudo quanto escolheu.

    Por simples anotações
    E ensinamentos gerais,
    Recordarei com você
    Vários casos infernais.

    Você lembra a sovinice
    Do fazendeiro Adão Noce,
    Desencarnado, agarrou-se
    Aos sofrimentos da posse.

    Querendo vingar o filho
    Enlouqueceu Dona França,
    Mas vive depois da morte
    Atarracada à vingança.

    Morreu pisando nos outros,
    Nhô Lino do Lumaréu,
    Sem corpo, mora no barro
    Mas pensa que está no Céu .

    Finou-se atracado à gula
    O nosso Antônio Lodi;
    Agora, enxerga a comida,
    Quer tocá-la, mas não pode.

    Foi-se a tóxicos violentos,
    Juquita de Dona Altina;
    No Além, anda alucinado,
    Reclamando cocaína.

    De tanto excesso em bebida
    Morreu Nhô Nico de Alfafa;
    Hoje, vê tudo o que encontra,
    Sob a forma de garrafa.

    Morreu Nhô Juca, usuário
    No Roçado da Moenda;
    Mesmo assim, vive ligado
    Nas porteiras da fazenda.

    Ódio e briga? Escuta esta:
    Desencarnado, o João Fava
    Foi chamado a proteger
    O genro que detestava.

    O assunto é isto, meu caro,
    Sem engano e sem “talvez”,
    Só se recolhe da morte
    A vida que a gente fez.

    Céu, inferno e purgatório,
    Sejam daí ou daqui,
    Cada pessoa carrega
    O que buscou para si.



Do País da Luz - Pelo Espirito Allan Kardec em Portugal



Do País da Luz - Pelo Espirito Allan Kardec em Portugal

Através da mediunidade do médium português, Fernando de Lacerda, Allan kardec tece algumas considerações sobre sua obra e sua visão como espírito daquilo que produziu.

XXIX ALLAN KARDEC

Foi ocompilador e principal evangelizador

da doutrina espírita. Os seus livros são o

reposlt6rio da filosofia espírlta, ao mesmo

tempo que contem seguras indicações para

base do estudo experimental do Espiritismo.

Agora, depois de reconhecido por ti, apraz-me, sinceramente, louvar-te pela tua obra de propaganda e de divulgação.

São volvidos poucos anos após aquele em que tomei sobre mim o pesado encargo de coordenar e publicar os ensinamentos dados pelos Espíritos; e foi necessária não pequena dose de energia e coragem moral para arrostar contra a ignorância de uns, contra a indiferença de outros, e, acima de tudo, contra a maldade daqueles a quem a santidade e pureza da doutrina revelada podia prejudicar. Eles, os meus conselheiros e amigos de então, e agora meus companheiros, não me abandonavam nunca; e ao seu auxílio, autorizadíssimo e potente, eu devi, em grande parte, o ter força e vontade para arrostar com todas as campanhas que se me moveram.

Eu, porem, era nada. Simples instrumento da vontade do Mestre e dos seus obreiros, dei o meu nome e a minha ação material para a grande obra.

Talvez ainda desse menos do que tu.

Eu dava o estudo, a compilação, e tu dás a própria ação.

Tu e eu, porém, como todos aqueles que se dedicam com fé e com amor à grande causa do aperfeiçoamento humano, somos meros trabalhadores da obra imortal. Em nada nos devemos desvanecer, e em nada temos que vangloriarmo-nos de méritos que não possuímos.

Só temos e que dar louvores e agradecimentos a quem, para esta ação meritória nos escolheu, sem pensarmos, entretanto, se somos melhores ou piores do que aqueles que para tanto não foram escolhidos.

Do mesmo madeiro se tira pau para esculturas, santas e para formas de calçado; e, por ter diverso destino, não deixou de ter sido alimentado pelas mesmas raízes, criado no mesmo solo e ferido pelo mesmo lenhador. E sucede, por vezes, que a parte a que coube o altar e a adoração, não é a mais sã nem a mais limpa no tronco. Não te envaideças, pois, pela faculdade que possuis.

Extrai dela, sempre que possas, o que de melhor ela possa dar. Não te deixes cegar pela lisonja nem dai nem daqui; assim como te não deixes intimidar com os doestos, as críticas, e, porventura, os insultos com que sejas acolhido. Recorda-te que a vida ai é uma simples transição. Tudo, obedecendo a uma lei comum, transita e passa. O que se demora e fica, ou pelo menos nos dá a impressão da paragem, é a verdade. Ora, a verdade esta na doutrina que servimos, e todo aquele que bem a serve, dela receberá recompensa.

Se te malsinarem, apiada-te de quem o fizer; se responderes, sê sereno, e não olvides nunca que responderas a quem é mais infeliz do que tu, porque ainda lhe não chegou a hora de conhecer a verdade.

És facilmente irritável. Precisas combater tenazmente essa fraqueza da tua vontade.

Quem apostoliza precisa mais de humildade, do que de violência; mais de autoridade do que de cólera. Foi pela humildade que o Mestre conquistou o mundo; foi pela humildade que os seus discípulos consolidaram a doutrina.

Francisco Xavier, só e humilde, conquistou mais almas para o Cristianismo do que todos os cruzados,com os seus aguerridos exércitos e as sua poderosas armadas.

O pobre só se impunha pela simplicidade e pela verdade; os guerreiros pela tirania e pela chacina. Um era o amor e a paz, os outros eram o terror e a desolação; um levava a esperança, os outros o desespero; um levava o alivio às dores, os outros faziam dores para que não havia alivio; por isso o hábito roto e as sandálias humildes do apóstolo ficaram sendo veneradas, e as reluzentes armaduras dos príncipes rapaces e fanáticos, execradas.

Uma idéia, ainda que má, exposta em tranqüila prédica, é mais suscetível de converter incrédulos, do que a mais pura idéia, imposta com intolerância.

Perdoa que nós insistamos de vez em quando nestes conselhos. São indispensáveis. Não há ai quem tão limpo esteja dos maus assomos da vaidade e da irritabilidade, que receba sempre, a sangue frio, os golpes vibrados por quem saiba ferir aquelas duas fraquezas espirituais.

Companheiro. E' incontroverso que depois que da Terra sai, alguma coisa aprendi mais do que o que nela sabia. Este novo pecúlio de saber seria talvez proveitoso a refundição da minha obra ai.

Tenho refletido muito nisso, por vezes. Sempre que encontro na Terra um médium bom, crio desejos de fazê-lo;

- e agora; que tenho assistido ao desabrochar das tuas faculdades, mais uma vez pensei, com interesse, na possibilidade de fazer esse trabalho de melhoramento, de aperfeiçoamento.

Penso, porém, ao mesmo tempo, que me devo contentar com o que deixei feito.

Assim como é, tem servido bem para o fim a que a destinaram os Espíritos que a ela presidiam, e os que se me seguirem ai, que busquem, no campo especulativo, o que por mal meu e dela lhe possa faltar ainda.

No campo experimental, ilustres e prestantíssimos sábios se lhe tem avantajado em muito.

A parte experimental é, porem, efêmera. Boa para a conquista, não tem, todavia, qualidades de estabilidade e de conservação. Como fenômeno experimentado, entra na ordem das coisas concretas, e para estas coisas, o aperfeiçoamento é mais sensível, porque a natureza delas e mais precária.

Uma obra experimental de grande atualidade e verdade hoje, daqui a dez anos será velha, se a não acompanhar, como parte integrante e auxiliar, a feição abstrata e ideal.

Os meus livros, no que tem de prático, sob o ponto de vista experimental, estão antiquados e suplantados, de há muito, por dezenas de outras obras de mais incontestado e incontestável valor, daquela ordem de estudos. O que, porém neles existe da parte moral e de ensinamento, ainda não foi nem será facilmente sobrepujado. E' que, neste campo, eles estão com a verdade, e a verdade, apresentada sob que aspecto for, e sempre a verdade. E' tão nova hoje, como no tempo do Cristo, como no tempo dos profetas, como em qualquer tempo.

Como disse Littré na sua comunicação: - sobre filosofia, o homem esta hoje tão adiantado como há milhares de anos.

Ora a filosofia e a verdade espiritual na Terra.

Sendo assim, para que hei de mexer na minha obra?

O que tem de bom, há de ser bom sempre. O que não é bom já esta destruído pelo tempo e substituído vantajosamente por todos os trabalhos dos que, com mais valor, me sucederam.

Se, porém, eu reconhecer necessidade e oportunidade para dizer alguma coisa de novo e de útil, o farei; assim como terei sempre grandíssimo prazer em te responder sobre qualquer assunto, ou sobre qualquer detalhe, em que me dês a satisfação de me consultares. Digo-te isto despretensiosamente. Não me ofereço. Conselhos não se oferecem.

Ponho-me à tua disposição, para te utilizares do meu préstimo e da minha experiência, se nisso vires alguma vantagem; mas não me magoarei se me não utilizares.

E que Deus te ilumine sempre a estrada a percorreres.

Lisboa, 6 de Maio de 1907.


Calendário Assistência 2017

TENDA ESPÍRITA MAMÃE OXUM

CALENDÁRIO ASSISTÊNCIA - 2017.

C.E. Miguel Arcanjo e Tenda Espirita Mamãe Oxum-

Rua Francisco Framback, 91 E – Cascatinha - Petrópolis - RJ

ABRIL

MAIO

JUNHO

23 – Reabertura do Terreiro às 20h – Saudação à Ogum

02 – sexta-feira – Pretos Velhos

28 - sexta-feira - Exus

05 - sexta-feira – Pretos Velhos

07 – quarta-feira – Estudo da Umbanda

10 - quarta-feira- Estudo da Umbanda

09 – sexta-feira – Saúde

12 - sexta-feira – Saúde

13 – terça-feira – Saudação Aos Exus – Bênção dos Pães – 20h

13 – sábado – Saudação aos Pretos Velhos

16 – sexta-feira – Não tem Gira

17 – quarta-feira – Doutrina - Vovó Catarina

21 – quart-feira – Doutrina – Vovó Catarina

19 – sexta-feira – Caboclos

23 – sexta-feira – Caboclos

24 – quarta-feira –Saudação à Sta. Sara,

e Povo Cigano

28 – quarta-feira – Doutrina

26 – sexta-feira - Malandros

30 – sexta-feira - Exus

JULHO

AGOSTO

SETEMBRO

05 – quarta-feira – Doutrina

02 – quarta-feira – Doutrina

01 – sexta-feira – Pretos Velhos

07 – sexta-feira – Pretos Velhos

04 – sexta-feira – Pretos Velhos

06 – quarta-feira – Doutrina

12 – quarta-feira – Estudo da Umbanda

09 – quarta-feira – Estudo da Umbanda

08 – sexta-feira – Saúde

14 – sexta-feira – Saúde

11 – sexta-feira – Saúde

13 – quarta-feira – Estudo da Umbanda

19 – quarta-feira – Doutrina – Vovó Catarina

16 – quarta-feira – Saudação à Obaluaê e Omolu

15 – sexta-feira – Caboclos

21 – sexta-feira – Caboclos

18 – sexta-feira – Caboclos

20 - quarta-feira – Doutrina – Vovó Catarina

26 e 28 – Não funcionaremos

23 – quarta-feira – Doutrina – Vovó Catarina

22 – sexta-feira – Não Tem Gira

30 – Domingo – SEMINÁRIO

25 – sexta-feira – Malandros

24 – Domingo – Saudação à Ibeijada - às 17h

30 – quarta-feira - Doutrina

27 – quarta-feira – Distribuição Doces

29 – sexta - Exus

OUTUBRO

NOVEMBRO

DEZEMBRO

.04 – quarta-feira – Doutrina

01 – quarta-feira – Terreiro Fechado

02 - Confraternização

06 – sexta-feira – Pretos Velhos

03 – sexta-feira – Não tem Gira

08 – sexta-feira – Saudação à Oxum e bênção dos Pretos Velhos – 20h

11 – quarta-feira - Não tem Esudo Umb.

08 – quarta-feira –Doutrina

09 – Oferendas na Praia – saída 17h

12 – quinta-feira – Cachoeira / Mata

10 - sexta-feira – Saúde

13 – sexta-feira – Não tem Gira

15 – Feriado – Saudação aos Malandros

18 – quarta-feira – Estudo da Umbanda

17 – sexta-feira – Caboclos

20 – sexta-feira – Caboclos

22 – quarta-feira – Estudo da Umbanda

25 – quarta-feira – Doutrina – Vovó Catarina

24 – sexta-feira – Exus

27 – sexta-feira - Ciganos

29 – quarta-feira – Doutrina – Vovó Catarina

A giras de sextas-feiras têm início às 20 horas. As fichas são distribuídas a partir de 19:45 até as 21:30. As pessoas que chegarem após este horário receberão apenas o passe, sem consulta.

Nossa casa não cobra consultas nem trabalhos, porém aceitamos colaboração de materiais de uso como velas, fósforos, charutos, fumos, etc...

ATENÇÃO: NÃO É PERMITIDO PARA ATENDIMENTO, PESSOAS COM MINI-SAIAS, SHORTS OU BERMUDAS CURTAS, BLUSAS MUITO DECOTADAS OU MINI-BLUSAS, CAMISETAS TIPO MACHÃO.

A CARIDADE NÃO SERÁ NEGADA, PORÉM RESPEITEM O TEMPLO RELIGIOSO.

Baixe o seu Calendário clicando no link abaixo:

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